quarta-feira, 13 de janeiro de 2016
ORAÇÃO: PELA 3ª ( TERCEIRA) “FAMÍLIA” SENHOR NOSSO DEUS E NOSSO PAI,SENHOR DOS EXÉRCITOS, AGRADEÇO-TE PELA MINHA VIDA E A VIDA DA MINHA FAMÍLIA. A MINHA ALMA ESTÁ FERIDA,PELOS MEUS PECADOS, E PELO PECADO DAS MINHAS GERAÇÕES PASSADAS: FAMÍLIA S VIEIRA, REFIRO-ME AOS ANTIGOS MORADORES A PARTIR DO SÍTIO CAMALEÃO E REGIÃO. DE ONDE DESCENDE O MEU AVÔ BIOLOGICO MATERO, Sr. BENEDITO E VIEIRA( DE ALCUNHA- BIRL ) E MINHA MÃE Sra. MARIA VIEIRA .ESTA FAMÍLIA DE ORIGEM HUMILDE, COM POUCOS BENS MATERIAIS, MODERADA, BRIGAVAM POR SENTIREM CIÚMES, ATÉ ENTRE SI. GENTE EXTROVERTIDA, DAR AO USO DE FUMO, BEBIDAS, JOGOS DE AZAR, A PROSTITUIÇÃO, RELACIONAMENTOS EXTRA CONJUGAIS, E OUTRAS TRAJÉDIAS ESPIRITUAIS. PRECISAVAM MAIS DE AJUDA , DO QUE DAR AJUDA, TANTO COM OS VIZINHOS, E ENTRE SI. HAVIA MUITAS INTRIGAS,PICUÍNHAS POR POUCA COISA, UM SUPOSTO AUTO RESPEITO. FAMÍLIA NA SUA MAIORIA DE ASPECTO ESQUISITO DESDE OS PÉS AO ROSTO. TIDOS COMO LARANJAS DE FAMÍLIAS MAIS ESTRUTURADAS QUE ELES. SEM DEFINIÇÃO DO QUE VERDADEIRAMENTE SÃO, DESCUIDADOS, TRABALHADORES, MAS O FRUTO DO TRABALHO E ESVAÍA, NÃO SABEM ADMINISTRAR. ALGUNS METIDOS A RELIGIOSO, OUTROS, SÃO INDECISOS, POUCOS SABIAM LER E ESCREVER. APROVEITAVAM-SE DOS DESINFORMADOS, TÔLOS, E ERAM AGRESSIVOS,TINHA DELES PENSAVAM SER DONOS DA VERDADE, PELOS SEUS VIZINHOS, ATOS DE INFIDELIDADE CONJUGAL POR PARTE DA MULHER, E PRINCIPALMENTE POR PARTE DO HOMEM, HAVIA CONFORMISMO POR PARTE DO HOMEM OU DA MULHER, QUE VIVIA COMO SE NADA DE ANORMAL HOUVESSE, POR PARTE DE MUITOS, OS PAIS NÃO RESPEITAVAM NEM AS FILHAS, SOBRINHAS, AFILHADAS DE BATISMO ,ETC, O DEUS INVOCADO ENTRE ELES ERA O “XAGÔ” OYO, SEGUNDO O DICIONÁRIO DO CANDONBLÉ- SIGNIFICA ENTIDADE DA JUSTIÇA, OSALÁ, SIGNIFICA O PAI DO CULTO AFRO, ALABÁ,SIGNIFICA O PAI DO TERREIRO, AXOGUM – SIGNIFICA AUXILIAR DO TERREIRO, O MISTISSÍZIMO RELIGIOSO CATÓLICO. MISERICORDIA MEUS DEUS ELES ERAM ASSIM MESMO. O MEU AVÔ BENEDITO VIEIRA FALTOU POUCO PARA TOMAR UM TIROS DAS ARMAS DO SEU SOGRO MANOEL BRAZ E DE BRAZ( CONHECIDO POR BRAIZINHO) POR HAVER MANTIDO RELAÇÃO SEXUAL COM SUA CUNHADA, A ATUAL FINADA CONCEIÇÃO, IRMÃ MAIS VELHA DE JANUÁRIA , TENDO NASCIDO UM FILHO DESSE RELACIONAMENTO, SENDO DADO O NOME DE MANOEL, E BATIZADO EM CASA. O MESMO MORREU LOGO AO NASCER. DEPOIS DE ALGUM TEMPO APARECEU UM RAPAZ, DE FAMÍLIA TRADICIONAL CATOLICA, PORÉM POBRE, MAS SE CASARAM, E FORAM MORAR NO SÍTIO FUXICA, PRÓXIMO A CAIÇARINHA DA PENHA- SERRA TALHADA-PE. TIVERAM VÁRIOS FILHOS. BENEDITO FICOU PROIBIDO DE MORAR EM SEU LUGAR POR LEI, MAS TEMPOS DEPOIS RETORNOU. FICANDO COM PROBLEMAS MENTAIS, FOI A RECIFE, PASSOU POR UM TRATAMENTO, MAS O SEU PROBLEMA ERA PROFUNDO , E NO MÊS DE NOVEMBRO DO ANO E 1958 FALECEU COM IDADE DE 44 ANOS. DEIXA SUA ESPOSA JANUARIA DE MANOEL BRAZ COM 32 ANS DE IDADE E CINCO FILHOS, DOIS HOMENS E TRÊS MULHRES. PASSADOS ALGUNS ANOS, TIO JOAQUIM VIEIRA, IRMÃO FALECIDO MEU AVÔ BENEDITO VIEIRA. SENDO JOAQUIM COMPADRE DE IGREJA DE JANUÁRIA, PADRINHO DO SEU FILHO MAIS VELHO MANOEL. SOLTA UMA PROPOSTA SEXUAL PARA A SUA COMADRE E EX- CUNHADA, A MESMA PELA CARENCIA E OUTROS FATORES, CONCORDA. ACONTECE O RELACIONAMENTO, HÁ UM REBOLIÇO TOTAL ENTRE AS FAMÍLIAS, INCLUSIVE DA ESPOSA DE JOAQUIM, A Sra. IZABEL MARIANO, QUE DECLARA INTRIGA FERRENIA. MINHA AVÓ FOI PRECIONADA DE TODOS OS LADOS. MOMENTO DIFÍCIL EM SUA VIDA. E AGORA TIO JOAQUIM NEGA O RELACIONAMENTO, E ELA FICA SÓ COM AS MISERICORDIAS DE DEUS. A CRIANÇA NASCEU, DERAM-LHE O NOME DE DIASSIS.PASSANDO ALGUNS MESES VIVO MAS VEIO A FALECER. APÓS ESTA EMPESTADE ELA CONSEGUE UM NAMORO COM O Sr. MANOEL TIBURTINO( DE ALCUNHA- DUQUINHA), COM QUEM SE CASOU, VIVERAM BEM, POIS ELES SE GOSTAVAM . MAS COM DOIS ANOS E SEIS MESES ELE VEM A ÓBITO, VITIMA DE UMA TUBERCULOSE. VOLTA A SOLIDÃO NOVAMENTE. ELA ACHOU VARIAS PESSOAS QUE QUERIAM SE CASAR COM ELA MAS DEU UM BASTA EM CASAMENTO. EM SEGUIDA AS TRAJÉDIAS DOS RELACIONAMENTOS DE SUAS DUAS FILHAS COM UM VIÚVO BEM DE VIDA, PORÉM DE IDADE A PONTO DE SER AVÔ DAS MOÇAS. UMA FAZE MUITO DIFICIL, DE SEPARAÇÃO DE MÃE E FILHA POR MAIS DETRÊS ANOS, CASAMENTO DE UMA SENGUNDA FILHA, COM UM VIÚVO , VINDO DE DOIS CASAMENTOS E QUE PEDIU PARA A CRIANÇA FICAR COM A AVÓ. O QUE OCORREU ATÉ AOS VINTE E SETE ANOS DO MENINO, QUANDO SE CASA, PELA GRAÇA DE DEUS. TIO JOAQUIM VIEIRA ERA FEITICEIRO. EU, O SEU SOBRINHO ESCUTAVA ESTA AFRONTA SEMPRE, POIS MINHA AVÓ JANUARIA, NÃO LEVAVA DESAFORO PARA CASA. A PRIMEIRA FAMILIA QUE RELATEI, FALAVA QUE AS SUAS MULHERES ERAM “ ARGÉ” ( ALGUÉM QUE FAZ AS COISAS PELA METADE, COMIDA, ROUPA, E OUTRAS, MAL FEITO, EM CONTRA PARTIDA ESSA FAMÍLIA NÃO CONSIDERAVA A PRIMEIRA, PRINCIPALMENTE POR ASPECTOS FÍSICOS E POR NÃO SABEREM LER E NEM ESCREVER). ERA ELES E ELES MESMOS, SE ACEITAVAM ENTRE SI, MAS AS VEZES SE ACUSAVAM, UMA CONFUSÃO SÓ. ALGUNS ERAM FEITICEIROS, COMO O MEU TIO JOAQUIM VIEIRA, E UMA DAS SUAS IRMÃS UTILIZAVAM ESSES CONHECIMENTOS , O MEU PAI BIOLÓGICO TAMBÉM POSSUIA UM LIVRO CHAMADO “O LIVRO DE SÃO CIPRIANO” , E NÃO SÓ ELE MAS OS FAMOSOS HOMENS RICOS, COM CATEGORIA DE CORONÉIS DO SERTÃO, ENTRE ELES TIO JOAQUIM VIEIRA. A PALAVRA DELES ERA PREGO BATIDO E PONTA VIRADA. MAS ESCUTEM ELES ONDE ESTIVEREM, NA REGIÃO DO SILENCIO. “ A ÚLTIMA PALAVRA É A PALAVRA DO SENHOR JESUS CRISTO, A QUEM FOI DADO TODO O PODER NO CÉU , NA TERRA E DEBAIXO DA TERRA. GLÓRIA A DEUS ALELUIA. UMA BOA PARTE DA FAMÍLIA ERA DESSA CRENÇA. DEUS TENHA MISERICÓRDIA DESSA FAMÍLIA, PURIFICA COM O PRECIOSO SANGUE DE JESUS CRISTO, E COMO AS OBRAS DE JERICÓ, FORAM LANÇADAS POR TERRA, AS SUAS MURALHAS, OS SEUS deuses, NOMES, O MATERIALISMO, VIRARAM CINZAS, E A PARTIR DALI SÓ ERA PERMITIDO O AGIR DE DEUS, CAIA POR TERRA A SOBERBA DE NOMES E OUTROS E OUTROS PECADOS DESSA FAMÍLIA, O FOGO DO ESPÍRITO SANTO PASSE PURIFICANDO-A, QUEBRANDO TODA MALDIÇÃO, HERESIAS, DAS MÁS FAMAS, OS ÓDIOS QUE ESSA FAMÍLIA CAUSOU A TANTAS PESSOAS, OBRAS DE FEITIÇARIAS, COVARDIAS, MENTIRAS, OBRAS OCULTAS E JOGOS DE AZAR, PROSTITUIÇÃO E OUTRAS.... ,EM NOME DE JESUS CRISTO, AMÉM.
domingo, 10 de janeiro de 2016
quinta-feira, 7 de janeiro de 2016
O amor materno e autoridade paterna são dois elementos essenciais ao bom equilíbrio das relações familiares.
Releva frisar que mãe e pai não estão dissociados em suas funções. Pelo contrário, à mãe cabe também certa autoridade sobre os filhos, assim como nada impede que o pai manifeste ternura para com eles.
A separação que aqui se faz visa apenas enfatizar isto: o que o filho mais espera e precisa da mãe é o amor; do pai, a autoridade.
Autoridade é a palavra derivada de autor, deixando claro que essa prerrogativa é inerente ao autor. E o caso do pai, autor da vida do filho.
Pode ele delegar parte de sua autoridade a outras pessoas, durante algum tempo e no que tange a certos aspectos da educação do filho. Permanece, porém, a instância de apelo supremo.
Isto é verdadeiro, não apenas do ponto de vista jurídico, mas igualmente do ponto de vista psicológico. Deixe a criança de sentir acima dela a proteção da autoridade paterna e seu equilíbrio emocional será afetado, com prejuízo, inclusive, para a sua maturidade.
A criança detesta, quase sempre, aqueles que a tiranizam, pois gosta de ser tratada com moderação e justiça; mas, por outro lado, despreza e agride o pai frouxo e piegas cuja incapacidade a priva de um apoio que deseja e lhe é indispensável.
Sim, a par da liberdade, sem a qual não poderia auto afirmar-se, a criança necessita, também, da autoridade para que seja orientada nos seus julgamentos e saiba disciplinar a própria vontade.
Se contar com a preciosa ajuda da autoridade, ela evoluirá na fase inicial, instintiva, em que busca simplesmente o prazer através da satisfação de suas necessidades, para a outra fase, adulta, em que lhe caberá enfrentar as vicissitudes da vida, nem sempre isenta de dificuldades e sofrimentos.
Sem isso, manter-se-á em dependência infantil, sem conseguir ajustar-se aos grupos sociais em que será obrigada a viver, ou melhor, a conviver, criando a tudo instante condições de atrito com os semelhantes.
Pais existem que, ultrapassando os limites da autoridade, exercem um domínio absoluto e cruel sobre os filhos, não lhes permitindo a menor discussão a respeito de suas ordens, que exigem sejam cumpridas rigorosamente, valendo-se dos métodos repressivos da ameaça, da surra, da crítica mordaz e humilhante, das proibições sistemáticas, etc.
O máximo que conseguem com essa maneira de agir é uma submissão cega, sem consentimento interior, o que fará dos filhos indivíduos tímidos e gaguejantes, com fortes sentimentos de inferioridade, ou então revoltados, futuros tiranos da própria prole.
Outros, em contraposição, seja por comodismo, seja por fraqueza, não exercem a menor autoridade sobre os filhos: deixam-nos à solta, permitindo-lhes tudo, satisfazendo a todos os seus desejos, numa atitude de superindulgência que, longe de traduzir bondade, o que evidencia é falta de amor, ou, pelo menos, indiferença pela sua sorte.
Este tipo de educação, está provado, só pode tornar as pessoas incontestáveis, exigentes, egoístas, incapazes de oferecer a menor cooperação a quem quer que seja. Pior ainda: favorece os desregramentos e conduz à libertinagem, principais fatores da delinqüência em todos os tempos.
Autoridade legítima é o processo pelo qual o pai ajuda o filho a crescer e a amadurecer, para que chegue à autonomia sabendo que a liberdade tem um preço: a responsabilidade. É a maneira pela qual o pai conduz o filho à auto-realização, desenvolvendo-lhe as potencialidades, sem entretanto, exigir mais do que ele possa dar, respeitando-lhe as limitações.
É, sobretudo, força moral que o pai deve ter sobre o filho, baseada na admiração que lhe desperta, por se constituir um modelo digno de ser imitado.
Em suma, a verdadeira autoridade jamais se impõe pela violência. É uma decorrência natural das qualidades paternas, entre as quais se destacam as seguintes:
Releva frisar que mãe e pai não estão dissociados em suas funções. Pelo contrário, à mãe cabe também certa autoridade sobre os filhos, assim como nada impede que o pai manifeste ternura para com eles.
A separação que aqui se faz visa apenas enfatizar isto: o que o filho mais espera e precisa da mãe é o amor; do pai, a autoridade.
Autoridade é a palavra derivada de autor, deixando claro que essa prerrogativa é inerente ao autor. E o caso do pai, autor da vida do filho.
Pode ele delegar parte de sua autoridade a outras pessoas, durante algum tempo e no que tange a certos aspectos da educação do filho. Permanece, porém, a instância de apelo supremo.
Isto é verdadeiro, não apenas do ponto de vista jurídico, mas igualmente do ponto de vista psicológico. Deixe a criança de sentir acima dela a proteção da autoridade paterna e seu equilíbrio emocional será afetado, com prejuízo, inclusive, para a sua maturidade.
A criança detesta, quase sempre, aqueles que a tiranizam, pois gosta de ser tratada com moderação e justiça; mas, por outro lado, despreza e agride o pai frouxo e piegas cuja incapacidade a priva de um apoio que deseja e lhe é indispensável.
Sim, a par da liberdade, sem a qual não poderia auto afirmar-se, a criança necessita, também, da autoridade para que seja orientada nos seus julgamentos e saiba disciplinar a própria vontade.
Se contar com a preciosa ajuda da autoridade, ela evoluirá na fase inicial, instintiva, em que busca simplesmente o prazer através da satisfação de suas necessidades, para a outra fase, adulta, em que lhe caberá enfrentar as vicissitudes da vida, nem sempre isenta de dificuldades e sofrimentos.
Sem isso, manter-se-á em dependência infantil, sem conseguir ajustar-se aos grupos sociais em que será obrigada a viver, ou melhor, a conviver, criando a tudo instante condições de atrito com os semelhantes.
Pais existem que, ultrapassando os limites da autoridade, exercem um domínio absoluto e cruel sobre os filhos, não lhes permitindo a menor discussão a respeito de suas ordens, que exigem sejam cumpridas rigorosamente, valendo-se dos métodos repressivos da ameaça, da surra, da crítica mordaz e humilhante, das proibições sistemáticas, etc.
O máximo que conseguem com essa maneira de agir é uma submissão cega, sem consentimento interior, o que fará dos filhos indivíduos tímidos e gaguejantes, com fortes sentimentos de inferioridade, ou então revoltados, futuros tiranos da própria prole.
Outros, em contraposição, seja por comodismo, seja por fraqueza, não exercem a menor autoridade sobre os filhos: deixam-nos à solta, permitindo-lhes tudo, satisfazendo a todos os seus desejos, numa atitude de superindulgência que, longe de traduzir bondade, o que evidencia é falta de amor, ou, pelo menos, indiferença pela sua sorte.
Este tipo de educação, está provado, só pode tornar as pessoas incontestáveis, exigentes, egoístas, incapazes de oferecer a menor cooperação a quem quer que seja. Pior ainda: favorece os desregramentos e conduz à libertinagem, principais fatores da delinqüência em todos os tempos.
Autoridade legítima é o processo pelo qual o pai ajuda o filho a crescer e a amadurecer, para que chegue à autonomia sabendo que a liberdade tem um preço: a responsabilidade. É a maneira pela qual o pai conduz o filho à auto-realização, desenvolvendo-lhe as potencialidades, sem entretanto, exigir mais do que ele possa dar, respeitando-lhe as limitações.
É, sobretudo, força moral que o pai deve ter sobre o filho, baseada na admiração que lhe desperta, por se constituir um modelo digno de ser imitado.
Em suma, a verdadeira autoridade jamais se impõe pela violência. É uma decorrência natural das qualidades paternas, entre as quais se destacam as seguintes:
- Ser autêntico, isto é, conhecer o papel que lhe cabe no lar e exercê-lo com segurança e continuidade.
- Ser justo, tratando todos os filhos com igual solicitude, sem nunca demonstrar preferência ou aversão por nenhum.
- Ser um educador, castigando quando preciso, mas sabendo também desculpar, valorizar e incentivar.
- Ser coerente, mantendo seu ponto de vista acerca do que lhe pareça certo ou errado, evitando proibir um dia e deixar fazer no outro.
- Ser cordial, promovendo o afeto, a estima e a camaradagem entre os familiares.
- Ser compreensivo, superando os conflitos e mantendo seu amor ante os erros dos filhos.
- Ser clarividente, sabendo discernir entre o que é essencial e o que é secundário.
- Ser conciliador, acatando as opiniões do grupo familiar, ao invés de impor apenas as suas.
- Ter presença no lar, acompanhando de perto a vida dos filhos, por saber que o abandono moral é caminho para a delinqüência.
- Ter serenidade, evitando dar mostras de impaciência, irritação ou cólera.
- Ter firmeza, dando “sim” quando julgue que possa dá-lo, tendo a coragem de dizer e manter o “não”, sempre que isso se faça necessário.
- Ter espírito aberto, procurando estar sempre bem informado, para saber interpretar construtivamente os acontecimentos do mundo.
- Ter estabilidade emocional, evitando, quanto possível, as variações de humor e os inconvenientes que daí decorrem.
- Ter maturidade, aceitando as responsabilidades decorrentes de sua condição de chefe de família, especialmente as de pai.
- Ter prestígio, por seus exemplos de amor ao trabalho, hábitos sadios, civismo, gosto de ser útil ao próximo, etc.
***
Quantos pais são infelizes em seus filhos, porque não lhes combateram desde o princípio as más tendências! Por fraqueza, ou indiferença, deixaram que neles se desenvolvessem os germens do orgulho, do egoísmo e da tola vaidade, que produzem a secura do coração: depois, mais tarde, quando colhem o que semearam, admiram-se e se afligem da falta de deferência com que são tratados e da ingratidão deles.” (Allan Kardec, “O Evangelho Segundo o Espiritismo”, cap. V, nº 4)
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